A participação neste evento acarreta naturalmente diversos e pesados custos que terão de ser suportados pela nossa equipa, desde a aquisição de um carro e a preparação de uma grande viagem, até à contribuição humanitária. Estamos seguros que a mediatização e o impacto global do Rally irá contribuir para a promoção e divulgação de todas as entidades apoiantes, associando-lhes uma imagem de solidariedade e de responsabilidade social tão presente nesta prova. Solicitamos o vosso apoio à nossa participação, propondo-nos a expôr no nosso carro e a anunciar no nosso site a imagem da vossa empresa, assim como a divulgar o vosso patrocínio nas coberturas mediáticas que estamos a agendar com diversos meios de comunicação social.
Sunday, November 15, 2009
A rota
Cada equipa parte, juntamente com o seu grupo da cidade em que se inscreveu (Londres, Milão ou Barcelona), com destino a Praga. Da capital da República Checa, as equipas traçam o seu percurso tendo como objectivo chegar a Ulaanbaatar, capital da Mongólia.
Neste âmbito, o nosso rally terá início na cidade invicta, Porto, com destino a Barcelona, onde nos juntaremos ao grupo no dia 23/24 de Julho de 2009. Partiremos depois em direcção a Praga onde todos os participantes do evento se irão encontrar (dia 26 de Julho). Depois o percurso é uma decisão de equipa! Para onde vamos? Onde gostaríamos de passar?
Em termos geográficos, atravessamos a Península Ibérica e percorremos toda a Europa no sentido Oeste-Leste, passando por diversos países desde Portugal à Roménia (Espanha, França, Itália, Suíça, Alemanha, República Checa, Áustria, Hungria).
A partir deste ponto temos duas possibilidades de rotas:
- No caso da rota A passaremos pela Moldávia, Ucrânia, Rússia, Cazaquistão e por fim Mongólia.
- Pela rota B viajaremos pela Bulgária, Grécia, Turquia, Arménia e Azerbaijão. Apanharemos um férrie entre a Grécia e a Turquia, e mais uma vez, atravessando o Mar Cáspio, até ao Turquemenistão. Deste seguimos até ao Uzbequistão, passando pelo Cazaquistão e por fim Mongólia.
Em termos geográficos, atravessamos a Península Ibérica e percorremos toda a Europa no sentido Oeste-Leste, passando por diversos países desde Portugal à Roménia (Espanha, França, Itália, Suíça, Alemanha, República Checa, Áustria, Hungria).
A partir deste ponto temos duas possibilidades de rotas:
- No caso da rota A passaremos pela Moldávia, Ucrânia, Rússia, Cazaquistão e por fim Mongólia.
- Pela rota B viajaremos pela Bulgária, Grécia, Turquia, Arménia e Azerbaijão. Apanharemos um férrie entre a Grécia e a Turquia, e mais uma vez, atravessando o Mar Cáspio, até ao Turquemenistão. Deste seguimos até ao Uzbequistão, passando pelo Cazaquistão e por fim Mongólia.
Qual das rotas escolher? Quando decidirmos logo dizemos;)
As organizações de caridade
Mercy Corps
Trata-se de uma organização mundial que opera com uma equipa de mais 37 000 profissionais, desde engenheiros, a analistas financeiros, organizadores comunitários, directos de projecto, especialistas de saúde pública, etc. Em espiríto são activistas, optimistas, inovadores e parceiros orgulhosos das pessoas que ajudam e servem por todo o mundo.
Na Mongólia propõem-se a ajudar os povos nómadas rurais que devido ao ritmo rápido que a sociedade moderna vive nos dias de hoje sentem grande dificuldade de se sustentarem, visto não se adaptarem. A Mercy corps ajuda a mudar este cenário através da inserção de projectos económicos e de agricultura que permitam as comunidades rurais viverem uma vida independente e sustentável. (http://www.mercycorps.org.uk/mongolrally/)
Trata-se de uma organização mundial que opera com uma equipa de mais 37 000 profissionais, desde engenheiros, a analistas financeiros, organizadores comunitários, directos de projecto, especialistas de saúde pública, etc. Em espiríto são activistas, optimistas, inovadores e parceiros orgulhosos das pessoas que ajudam e servem por todo o mundo.
Na Mongólia propõem-se a ajudar os povos nómadas rurais que devido ao ritmo rápido que a sociedade moderna vive nos dias de hoje sentem grande dificuldade de se sustentarem, visto não se adaptarem. A Mercy corps ajuda a mudar este cenário através da inserção de projectos económicos e de agricultura que permitam as comunidades rurais viverem uma vida independente e sustentável. (http://www.mercycorps.org.uk/mongolrally/)
CYPPD - Children and Young People's Protection and Development
É uma organização não gorvernamental da Mongólia que ajuda os sem abrigo, as crianças abusadas, combatem o tráfico humano e outras actividades exploradoras tais como trabalhos infantis. (http://www.childrensprotectionmongolia.org/)
É uma organização não gorvernamental da Mongólia que ajuda os sem abrigo, as crianças abusadas, combatem o tráfico humano e outras actividades exploradoras tais como trabalhos infantis. (http://www.childrensprotectionmongolia.org/)
CNCF - Christina Noble Children´s Foundation
Esta fundação local possuiu uma variedade de projectos por toda a Mongólia que pretendem ajudar a mudar a vida de crianças com percurso de vida que desde muito cedo foi duro. Os fundos do raly da Mongólia irão directamente suportar a vila Blue Skies que alberga estas crianças e lhes dá um ambiente familiar e seguro para crescerem.
Nadieshda – Spanish Launch Official Charity
Uma organização que dá suporte a projectos que permitam melhorar a vida de crianças orfãs e sem abrigo da Rússia e Ucrânia. As equipas que iniciarem o raly em Barcelona estarão a contribuir para o projecto de providenciar necessidades básicas, como comida, roupas e abrigo às crianças, e ajudar na educação delas para que se possam inserir na sociedade.
(http://www.nadieshda.org/index.html)
Uma organização que dá suporte a projectos que permitam melhorar a vida de crianças orfãs e sem abrigo da Rússia e Ucrânia. As equipas que iniciarem o raly em Barcelona estarão a contribuir para o projecto de providenciar necessidades básicas, como comida, roupas e abrigo às crianças, e ajudar na educação delas para que se possam inserir na sociedade.
(http://www.nadieshda.org/index.html)
A equipa
Alguns, somos amigos desde a infância, outros estudaram e cresceram juntos, e todos queremos participar no evento. Partilhamos o gosto por viajar, o espírito de aventura, a vontade de conhecer novas culturas, e se a isto podermos associar uma prova de rally e solidariedade torna-se fantástico!
A equipa chama-se Portugal-Mongólia e é constituída por quatro elementos. Formamos um grupo equilibrado, com bom espírito de equipa, somos aventureiros embora realistas e conscientes. Essencialmente somos amigos, queremos viver a experiência que projectamos como marcante e fantástica. Pretendemos tirar proveito do desafio, sabendo que simultaneamente contribuímos para diversos projectos humanitários.
A equipa chama-se Portugal-Mongólia e é constituída por quatro elementos. Formamos um grupo equilibrado, com bom espírito de equipa, somos aventureiros embora realistas e conscientes. Essencialmente somos amigos, queremos viver a experiência que projectamos como marcante e fantástica. Pretendemos tirar proveito do desafio, sabendo que simultaneamente contribuímos para diversos projectos humanitários.
Ana Luísa Coelho
Nasceu no Porto em 1980. Licenciou-se em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (2003), tendo concluído o último ano em Lyon através do Programa Erasmus. Trabalhou até 2005 numa empresa de projecto de engenharia civil no Porto. Em 2006, participou no programa de estágios internacionais do governo português (Programa Contacto), foi colocada em Macau, onde viveu durante dois anos e meio uma experiência profissional e pessoal no estrangeiro. Em 2008 regressou e de momento trabalha em Lisboa num gabinete de projecto de pontes. Dedica-se às actividades desportivas, nomeadamente desportos ao ar livre que proporcionem o contacto com a natureza, tais como: corrida, ténis, vela e equitação. Também se interessa pela fotografia, o desenho e a leitura. Sentindo sempre uma vontade enorme de participar em novos desafios e conhecer novas culturas este ano inscreveu-se nesta aventura do Rally. Vê a sua participação não apenas como uma aventura mas também como uma viagem de conhecimento pessoal e de ajuda humanitária.
Jorge PinhoNasceu no Porto em 1984. Até aos 6 anos viveu em Kinshasa tendo fomentado e aliciado o interesse e participação por culturas distintas. Formação académica foi estabelecida em Portugal tendo obtido o grau de Mestre em Engenharia Mecânica pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto em Fevereiro de 2009. Participou no Programa Erasmus tendo efectuado um semestre em 2006 na Escola Superior de Engenharia em Barcelona. Em 2008, participou no programa Vulcanus in Japan tendo concluído 4 meses de aprendizagem intensiva da língua Japonesa, e estagiado 8 meses numa empresa tecnológica Japonesa. Neste momento trabalha como engenheiro de fluidos em Coimbra, numa empresa focada em actividades aeroespaciais. Especial interesse pelo contacto com novas culturas que proporcionem o desenvolvimento pessoal e a cooperação entre diferentes povos. Interesse pela mecânica automóvel e em especial pela aeronáutica.
Margarida Sampaio Fernandes
Nasceu no Porto em 1984. É médica dentista recém licenciada pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto (2009). Em 2008, estudou na Universidad Complutense de Madrid, no âmbito do Programa Erasmus. De momento inicia a sua vida profissional numa clínica privada no Porto e colabora em diversas actividades académicas na faculdade e de voluntariado pela ONG “Mundo a Sorrir”. Liberta o stress a fazer puzzles, a passear ou a praticar desporto, de preferência colectivo. Para além de ter uma constante vontade de viajar gosta de ler, conhecer, pesquisar e perceber. Aprecia desafios e novas experiências/ projectos, por isso, está empenhada nesta próxima aventura.
Nasceu no Porto em 1984. É médica dentista recém licenciada pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto (2009). Em 2008, estudou na Universidad Complutense de Madrid, no âmbito do Programa Erasmus. De momento inicia a sua vida profissional numa clínica privada no Porto e colabora em diversas actividades académicas na faculdade e de voluntariado pela ONG “Mundo a Sorrir”. Liberta o stress a fazer puzzles, a passear ou a praticar desporto, de preferência colectivo. Para além de ter uma constante vontade de viajar gosta de ler, conhecer, pesquisar e perceber. Aprecia desafios e novas experiências/ projectos, por isso, está empenhada nesta próxima aventura.Francisco Góis
Nasceu no Funchal em 1985, tendo vivido os primeiros 5 anos no Porto. Quatorze anos depois regressa ao Porto para estudar medicina dentária na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto, encontrando-se a concluir o último ano. No ano passado participou no Programa Erasmus em Poznan (Polónia) e nesse mesmo ano realizou um trabalho de verão em Kiruna (Suécia).
Descreve-se como uma pessoa sociável, calma, aventureira, curiosa e sempre pronto a desafios. Foi federado em ténis, praticou natação, windsurf e basketball. Como passatempos gosta de desportos, viajar, trekking, fotografia e cozinhar. A nível de desafios atravessou Portugal de bicicleta (2006 – Porto a Faro), assim como a ilha da Madeira a pé (2008 – Ponta do Pargo à Ponta de São Lourenço; 2009 – Funchal a São Jorge) e participou em diversas provas de todo-o-terreno de jipe (ex: 2007 – “Por terras da Costa Vicentina” organizado pelo Clube Land Rover). Por agora está a terminar o curso e lança-se no Rally da Mongólia, pelo qual anseia começar!
Nasceu no Funchal em 1985, tendo vivido os primeiros 5 anos no Porto. Quatorze anos depois regressa ao Porto para estudar medicina dentária na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto, encontrando-se a concluir o último ano. No ano passado participou no Programa Erasmus em Poznan (Polónia) e nesse mesmo ano realizou um trabalho de verão em Kiruna (Suécia).Descreve-se como uma pessoa sociável, calma, aventureira, curiosa e sempre pronto a desafios. Foi federado em ténis, praticou natação, windsurf e basketball. Como passatempos gosta de desportos, viajar, trekking, fotografia e cozinhar. A nível de desafios atravessou Portugal de bicicleta (2006 – Porto a Faro), assim como a ilha da Madeira a pé (2008 – Ponta do Pargo à Ponta de São Lourenço; 2009 – Funchal a São Jorge) e participou em diversas provas de todo-o-terreno de jipe (ex: 2007 – “Por terras da Costa Vicentina” organizado pelo Clube Land Rover). Por agora está a terminar o curso e lança-se no Rally da Mongólia, pelo qual anseia começar!
O evento
É um Rally com uma ideia única, diferente! Qualquer pessoa com mais de 18 anos, disposta a aventura e capaz de encontrar soluções num curto espaço de tempo, pode e deve participar! Não são necessários dons, nem perícias de alta velocidade, muito menos automóveis de grande cilindrada. Pretende-se estender o espírito de equipa e a vontade de ultrapassar as mais insólitas adversidades. Torna-se especialmente aliciante devido ao seu cariz humanitário e à promoção de solidariedade. Trata-se de uma competição invulgar pois todos que participam são vencedores, desde as equipas até às organizações de caridade, que se unem com a finalidade de ajudar os mais necessitados da Mongólia.
No dia 24 de Julho de 2010, 41 anos após o astronauta Neil Armstrong (missão Apollo 11) regressar à Terra depois de explorar a superfície lunar, dezenas de equipas espalhadas pelo mundo fora, irão reunir-se nas cidades de Barcelona, Milão e Londres, e participar na sétima edição do Rally Mongólia. Esta aventura fá-las-á explorar, conhecer e ultrapassar os 15.000Km de estradas e caminhos terrestres que separam a Europa Ocidental e o país asiático - Mongólia.
Todas as equipas são responsáveis pela aquisição, reparação e manutenção de um veículo de duas ou mais rodas de um ano não anterior a 2000. Após terem percorrido os sinuosos caminhos, os veículos e £1000, por equipa, serão doados a instituições da Mongólia, que o usarão em diversos projectos de solidariedade iminentes neste pais.
Neste caso, e adaptando as palavras de Neil Amstrong quando pousou na Lua,
“Este é um pequeno gesto para a humanidade, mas uma enorme distância para o homem!”Por fim, e de forma a enaltecer o espírito aventureiro do Rally, é importante referir que cada equipa será totalmente responsável pela obtenção dos vistos, planeamento de rotas, segurança, alojamento e alimentação durante o período da viagem. A organização do evento realça este facto como sendo a principal regra de participação, não sendo assegurado qualquer tipo de apoio logístico às equipas!
No dia 24 de Julho de 2010, 41 anos após o astronauta Neil Armstrong (missão Apollo 11) regressar à Terra depois de explorar a superfície lunar, dezenas de equipas espalhadas pelo mundo fora, irão reunir-se nas cidades de Barcelona, Milão e Londres, e participar na sétima edição do Rally Mongólia. Esta aventura fá-las-á explorar, conhecer e ultrapassar os 15.000Km de estradas e caminhos terrestres que separam a Europa Ocidental e o país asiático - Mongólia.
Todas as equipas são responsáveis pela aquisição, reparação e manutenção de um veículo de duas ou mais rodas de um ano não anterior a 2000. Após terem percorrido os sinuosos caminhos, os veículos e £1000, por equipa, serão doados a instituições da Mongólia, que o usarão em diversos projectos de solidariedade iminentes neste pais.
Neste caso, e adaptando as palavras de Neil Amstrong quando pousou na Lua,
“Este é um pequeno gesto para a humanidade, mas uma enorme distância para o homem!”Por fim, e de forma a enaltecer o espírito aventureiro do Rally, é importante referir que cada equipa será totalmente responsável pela obtenção dos vistos, planeamento de rotas, segurança, alojamento e alimentação durante o período da viagem. A organização do evento realça este facto como sendo a principal regra de participação, não sendo assegurado qualquer tipo de apoio logístico às equipas!
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